Crítica

THE PURGE | É noite de purificação, tudo é permitido. Expurgue! (Crítica)

Produzida pela USA Network e baseada na franquia de filmes The Purge (Uma Noite de Crime), criada por James DeMonaco, temos apresentada a série homônima “The Purge”. Com uma premissa simples, ambientada em uma realidade “alternativa” nos Estados Unidos, a série apresenta os habitantes de uma típica cidade estadunidense que precisam sobreviver a noite do “Expurgo”. 

Aprovada dez anos antes pelo governo dos EUA, a noite do Expurgo ocorre anualmente durante 12 horas ininterruptas, onde qualquer um pode cometer os crimes que quiser, por qualquer desculpa que considere válida, ou até mesmo sem ter uma desculpa. 

Confira a sinopse oficial e trailer de The Purge:

A história gira em torno de um período de 12 horas, quando todos os crimes, incluindo vandalismo, homicídio, incêndio e roubo se tornam legais, autorizados pelo governo dos Estados Unidos, sob o o comando de um partido político totalitário chamado NFFA (New Founding Fathers of America), em um futuro distópico. A série segue os acontecimentos na vida de vários personagens, aparentemente não relacionados, que vivem em uma pequena cidade. Como o passar das horas, cada personagem é forçado a contar com o seu passado e descobrirem o quão longe irão para sobreviver a noite.

Na série “The Purge”, os protanistas são o casal Rick (Colin Woodell) e Jenna (Hannah Emily Anderson), Lila (Lili Simmons), Jane (Amanda Warren), Miguel (Gabriel Chavarria), Penelope (Jessica Garza), além do misterioso Joe (Lee Tergensen).

Com o desenrolar da trama, cada personagem ganha tempo de tela e através de vários flashbacks, tem desenvolvidas suas próprias histórias, que acabam por ir se interligando. As histórias paralelas de cada personagem parecem um tanto quanto rasas e as situações por vezes são forçadas no desenrolar dos episódios.

Também conseguimos notar o efeito que uma noite sem consequências para seus atos pode causar nas pessoas. Vemos crimes, em especial assassinatos, sendo cometidos por motivos banais, que servem como uma faca de dois gumes, pois ao mesmo tempo em que vemos até que ponto o ser humano pode chegar devido a motivos mesquinhos e egoístas, como também esvaziam o potencial da série com um roteiro que conta com soluções muito simples. 

“The Purge” conta com um bom primeiro ato, onde os personagens e suas motivações, em sua maioria, são bem apresentados ao público, um segundo ato que ocorre de forma mais rápida e intensa e que ajuda o show, mas um terceiro ato que decepciona, devido a forma utilizada para ligar as tramas de seus protagonistas.

Não temos aqui um grande destaque de atuação por qualquer um dos atores envolvidos em The Purge, mas a soma de todos os personagens, traz uma boa química e faz com que a série consiga manter a maioria de seus espectadores durante seus 10 episódios, e deixe os fãs um pouco ansiosos, mas não desesperados por uma próxima temporada.

Nota: 3 / 5.


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William Peloso

Pai do Pedro, Flamenguista, administrador e redator do Protocolo XP, auxiliar fiscal, muito prazer, William! Foco dividido em diversas áreas de cultura nerd/pop/geek, navegando entre games, livros, filmes, séries, animes e quadrinhos e claro, grande fã de Harry Potter, da Marvel, DC, Xbox, Playstation, Nintendo e PC!

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